terça-feira, 2 de agosto de 2016

Abnormalize (Tradução) Psycho-Pass


Há várias coisas que não posso mostrar a ninguém
Transbordando dentro de minha cabeça.
Rumo a um mundo onde sequer erros existem...
...eu me perco.
As coisas impossíveis estão se misturando
Ao mundo observável que só os olhos podem conhecer.
Então será que posso expô-lo?
Tática plástica.
Ouça, ninguém ficará insano.
Pois você também está neste belo mundo plástico.
Neste mundo absurdamente belo...
Por que será que não consigo ver a luz?
E meu coração que está para se romper
É um reflexo da eternidade
Beijo secreto para você
Beijo secreto para você
Segredo permanece para você
O segredo continua a ser para você
Não exponha as cores falsas e o futuro do mundo de plástico falso
Mantenha o em movimento secreto
Secretos e confinados
Mesmo as coisas visíveis são o meu show falso
Eles são o inverso da verdade
Plástico televisionado
Tudo parece estar normal, certo?
Plástico anormal
É um reflexo infinito do mundo
Que é tudo muito sem emoção
Imagem secreta para você
Imagem secreta para você
Este lugar já é uma ilusão
Cada pessoa e coisa é separada
Dentro do holograma
Corantes tudo na cor da verdade
Segredo feito para você
Segredo continua a ser para você
Nós vamos perceber que se expor tudo
As memórias vão atirar para além do presente
Você começa o movimento secreto
Tudo é transformado de dentro para fora e a ilusão já está no final
Então, eu estou até com medo da verdade
Este é um fenômeno "mundo"
Onde somente as coisas visíveis são reais
Onde falsidades andam de mãos dadas
Refletindo tudo
Coisas que ninguém pode satisfazer
Estão inundando minha mente
Mas se este é o lugar onde eu pertenço
Isso não é o suficiente para mim

Traduzido por : tattypah



sexta-feira, 24 de junho de 2016

O último adeus

Na companhia de familiares e barulho de chuva me encontro em uma espécie de depressão. O amor pela vida se foi, não sei ao certo em que momento isso ocorreu, só sei que este "entusiasmo" não se faz presente. Ficar confinado em casa em consequência dos fatores climáticos é lamentável! Mas não é motivo para se sentir desmotivado com o todo. A falta de brilho nos olhos, aquele ar de esperança, a desmotivação perante a tudo me incomoda! Porém não encontro alternativas para prosseguir... Apenas sinto essa tristeza enorme sem um motivo plausível. Me sinto sufocado, prestes a ser consumido por um abismo sem fim. Na mesma proporção que não encontro saída para este labirinto, não sei como cai aqui. O mundo é estranho quando se ver daqui, nada faz sentido, nada tem graça! Até mesmo desejos carnais se tornaram chulos visto deste angulo. 
Peço perdão a todos que ficam, pela minha incompetência em encontrar tesão nesta jornada na qual ninguém sabe onde vai dar... Não encontro motivos para continuar dando "murros em ponta de faca" uma vez que tudo isso é em vão. Triste realidade dos seres humanos, preferem se iludirem com um "plano maior" do que aceitar a sua insignificância no Universo. E tem a audácia de se julgar superiores perante as outras especies. É, pensando bem em nossa existência à morte parece super atrativa, a vontade de permanecer dormindo invade os meus dias... E Após adquirirmos um certo grau de razão nos damos conta que a frieza anda junto com a primeira.
Se eu pular, será que vão me recolher logo do asfalto gelado, ou irão ficar me olhando e acompanhando à despigmentação de pele dos meus restos mortais, pelo fato de estar chovendo? Como se importasse... São apenas dejetos de mais um em meio a bilhões. 
Será que terei coragem para me lançar pela eternidade? Como o mundo é cinza para min, creio que sim, porém os que ficam não precisam de me ver aos pedaços. E odeio fazer espetáculos, então esta maneira de partir eu descarto!
No entanto, isso não inibe minha vontade de perder o folego (literalmente)... Veneno de rato também descarto, quero morrer e acabar com esse sofrimento silencioso, não torna-lo barulhento.
Só me resta a corda. Nó bem feito, altura considerável, acrescento um haltere de 40kg para não ter a oportunidade de cogitar desistir e me sentir um inútil pior, e pronto, adeus.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Tentando filosofar



     A lentidão causada pela pílula me traz pensamentos calmos, porém minuciosamente complexos.
Quando começamos a questionar "os grandes porquês da humanidade" este pensar desencadeia uma série de consequências! As mais notáveis são: o conformismo, deixar de questionar pela escassez de respostas mesmo que na era da informação estejamos, ou a insanidade, momentos onde a falta de resposta que afetam nosso emocional acarretando uma série de problemas físicos e psíquicos.
    Neste vasto universo que possuímos, ouso dizer que a sua infinitividade seja maior que o universo no qual habitamos. A minha sina pela psicologia se desperta aí! Se observarmos os outros humanos no dia a dia contemplamos os mais diversos comportamentos, sendo que os cérebro são iguais. Já havia se questionado sobre isso? As facilidade em que alguns tem em áreas especificas já ilustra um pouco dos meus dizeres. Como se pode haver tantas diferenças onde a fórmula é a mesma? Fugindo do sobrenatural fico a pensar e pesquisar tais causas.
    O simples fato de minhas escritas já me despertam inúmeros questionamentos sobre este ato. Não basta ficar perdido diante tanto conformismo, quero transmiti-lo ao próximo! Sabe o porque? Pelo simples fato de, respeitando o pragmatismo, sermos dependentes do achismo e aprovações alheias. Não importa o quão chula seja a sua tese... Afinal quem não almeja o reconhecimento pelo seu trabalho?
    Em um olhar filosófico isso expõe a insignificância que nos cerca para continuar "vivendo". O que eu rabisco entre linhas pode parecer depressivo, triste, vazio (dependendo do ponto de vista), e amargo como muitos devem me imaginar. Devo enfrentar tais afrontas e dizer-lhes que estou apenas pisando e regogitando na mais pura realidade, sem maquiagem, sem tapar os olhos com a viseira do entretenimento. Este, que ao meu ver (lamento dizer) é a única coisa que de fato existe no século XXI.
     Será que a realidade nua e crua é vazia? Por isso "precisamos" de tanto entretenimento para desfocar o realismo e a arte para nos acalmar (apesar de ser algo esplêndido), também é uma forma de nos entreter. Não estou de forma alguma afugentando a arte, pois sem ela não creio que a humanidade chegaria a onde chegou, sua influência foi e é grandiosa! Contradizendo todo o texto, existe sim uma evolução! O que quero salientar é a especie de limbo em que aparentamos ter caído. A arte e sua influência já mencionada é quase palpável e necessária, mesmo que ilusória através da ótica cética na qual apresento. Somente eu enxergo de tal maneira? Não creio! Em meio a sete bilhões de homo sapiens sapiens.
    

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Extase

Sempre após escrever um texto
sofro de uma certa ressaca,
como se sentisse infusão de dopamina

Meus nervos vão ficando entorpecidos

minhas recepções se tornam atrativas ao prazer,
me deliciando com minhas escritas desordenadas

A sensação de estar só na companhia

do meu raciocinio, mesmo que loucamente encompreendidos
Sinto-me o extase, este me faz querer criar

Sentado em uma sala, calor aflorando pode ser natural

o vinho pela metade diminuindo na mesma intesidade que o
calor aumenta

Ligo o ventilador para ver se refresca um pouco

não da pra entender as sensações
não da pra entender o toque
não da pra entender nada

nas noites de frio é melhor procurar abrigo

não da pra ficar sozinho
a mercê de pensamentos loucos

deixe que o dia chegue e lhe traga novidades

deixe que o sol entre pela janela
e acorde todos

deixa, deixa eu sentir esse vento

ele me trás coisas boas
me lembra cheiro de mato


- Jocassia Coelho & Jean Lucas

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Encontrei!

  Assunto corriqueiro quando me faço presente. Facebook, Twitter, Novos Escritores, e-mails, blog, fanpage e é claro pessoalmente, outra, que esta madrugada, tive clareza que também internamente são: credo, etnia, fé , Deus, ateísmo, agnosticismo e demais relacionados.
     Vozes de todas as partes, inclusive a minha, queriam o meu parecer sobre os temas. Pessoa que a tempos defende o relativismo, crítico de religião, indeciso (para alguns), é um privilégio poder responder hoje, com pouco tempo de vida, uma posição de minha parte mais concisa.
     Após momentos desagradáveis retorno, como uma Fênix, voltei com aquele ar de realeza. Após o caos temos que saber apreciar a calmaria, tudo tem seu preço após pagarmos caro por algo na vida. A vontade de cair é imensa! Mas quando se tem amor ao redor para fortificar as pilastras, fica difícil se definhar para o abismo.  A altura me faz apreciar o horizonte e não mais prestar atenção na queda. A queda é apenas um detalhe! E quando se sabe cair, não se tem medo. Fase ruim, todos passamos! Certo?  Ver a superfície,  porém não ter forças para nadar é terrível... Aquele monstro lá em baixo lhe puxando os pés, enquanto tu tentas se esquivar e submergir, é algo amedrontador. Até o momento em que você vê sua face! E quando percebe o espelho, são duas alternativas: Ficar horrorizado, baixar guarda e deixar ser tragado ou; Perceber que aquele “monstro” era apenas uma parte do seu Eu, este que você precisava aprender a lutar contra. Serve de ensino.
     Após as trevas a luz me veio. Radiante e esplendorosa cheia de querer ser! Porém só chegou até mim, por que eu permiti...
     É mais comum e-mails de internautas ou em inbox no facebook os contatos (Coisa que aprecio! Mostra a maturidade e o grau de evolução de meus apoiadores, revelando o ágape da parte de vocês), dentre dez assuntos tratados seis são a respeito de minha real posição diante a vida. Sem querer render, vulgo: encher linguiça, desejo que este texto seja um tanto esclarecedor para todos, como fora meus últimos instantes.
     O grande ‘x’ da questão é que tudo é possível - ou meu ver - e após experiências latentes e privadas nos últimos tempos (momentos estes que não foram um “mar de rosas”), atingi um patamar onde posso dizer: é possível, e bem provável que haja um regente no universo!
     Creio que esta de minhas escritas seja a mais intima e menos confusa dentre elas. Não quero entrar em debates, fúteis, para dizer o que é certo ou errado, mostrar-lhes um caminho. Até mesmo pelo fato de não ser hierarquicamente falando (e desconheço quem seja), a pessoa adequada para tal feito. Talvez neste caminho em busca da perfeição, no fim da jornada eu seja agraciado com um cacife a altura de tais respostas concretas. Sei que irei perder/ganhar admiradores após esta publicação! Mas o que realmente me importa agora é dizer a vocês que felizmente encontrei e que realmente há um norte.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O observar desperta o pensar

      Centenas de homo-sapiens estão ao redor, alguns calados outros em burburinhos nos quais não se da para compreender. Diversas formas e tamanhos. É quase palpável os pensamentos alheios se cruzando pelo ar. Uma loira chata a minha esquerda desviando a minha atenção, tentando me tirar de meu êxtase. Esta epifania na qual eu amo estar.
     Pessoas que talvez nunca mais irei vê-las na vida, mas que fazem parte dela. Estranho e complexo, né!? Algumas fisionomias me despertam lembranças abstratas de um passado (talvez). Conversas aleatórias me fazem perder no ar. As vezes me permito! Mas logo volto a me encontrar, apesar da realidade que nos deixa a desejar.
   Escritas desordenadas saem no papel como se acostumadas fossem. Talvez ninguém entenda o que eu desejo transmitir, mas pouco me importa, escrevo para mim! A compreensão alheia é um privilégio deles...
     É nestes momentos de calmaria que tento me expressar, mesmo que seja apenas para desabafar ou limpa um pouco a mente. Pelo turbilhão de pensamentos que invadem o meu cérebro, é necessário vomitar um pouco destas nuvens falatórias.
     Amor: palavra e sentimento que nos surpreendem a cada instante. Atos que eu não cometeria me fazem refletir  no agir do outro guiado por essa emoção tão pouco explicada mas de fato sentida.
     Ao passar do tempo as pessoas no ambiente mudam. E eu no papel de observador parado a pensar percebo o recinto esvaziar e a solidão chegar novamente e deixo de  pensar no amor. Apesar de ter você que não me deixa exatamente só, não importando o tempo...
     Escritas sem sentido? Estou apenas plagiando a vida, em sua companhia. E jorrando o que me inunda sem motivo. Vou me retirar também deste lugar! Pois devo ir e lhe deixar a imaginar... Textos sem fim são fascinantes pois você o escreve comigo, "sem estar ao meu lado".

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Início sem fim


Houve uma época, em que eu forçava sorrisos.
Sim, houve! Só os loucos sabem o que eu digo.
Somente eles (pessoas qualificadas), para sentir o verdadeiro Carpe Diem.Visto tais fatos é justo dizer que: só os loucos sentem.
Na companhia de poucos (muitos), em diversas esferas, modalidades e áreas. Eu consegui alcançar!
“Nirvana”, “Estado superior”, “Paz de espírito”, “Deus”, “Vida”, “Acaso”, “Universo”… Depende de como você o acusa!
 Hoje eu ostento um contato íntimo, o conhecimento interno. Tal qual nos faz sorrir!  Ou seja: Eu.
Digo-lhes que é realmente custoso, passar pelas “crises existenciais” que alopram nossa jornada.
Para os que estão em meio uma eu digo,  não se pré-ocupe com uma futura perda da sanidade. Acredite, isso passa!
No entanto, extremamente satisfatório é, todo o percurso conturbado, após findarmos e chegarmos ao Início.
Quando se olha daqui, o sorriso nos vem naturalmente.
Devo dizer que: não há formulas (crie), não há caminhos (faça-os), não há condenação (relaxe).
Há apenas recompensas! E o ápice é, sorrir. Ao passo que,  também  é a mais simplória.
E hoje, eu te digo, forçar sorrisos não me é necessário. Pois se tornou onisciente e esta também em toda parte.
Abra os olhos!
E a única coisa que, eu ousaria dizer através desta experiência maravilhosa é, absolutamente nada.
Pois, a resposta você já encontrou, agora sinta. Eu te peço e aconselho: me sinta! Sinta a si mesmo.

Só sobreviver

Existe um tipo de cansaço que não se explica. Não é o cansaço do corpo depois de um dia longo, nem o sono acumulado de noites mal dormidas. ...